O Oscar das diferenças

Por ganhar pensão já fica se achando, imagina agora com o Oscar nas mãos, tadinho do Cameron

E viva as mulheres! Meu pai vive dizendo que elas vão dominar o mundo. No tapete vermelho de Hollywood não foi diferente. A diretora de Guerra ao terror, Kathryn Bigelow, faturou a estatueta de melhor direção, desbancando o badalado e milionário Avatar (para mim uma versão futurística de “O rei leão”), de seu ex marido, James Cameron, o “pai” do Titanic. Perder já é ruim, para a ex mulher deve ser pior ainda.

Já o prêmio de melhor atriz foi para Sandra Bullock, que viveu o drama de uma mãe dedicada em Um sonho possível. Feliz, Bullock, que já não é mais aquela gostosinha de Velocidade máxima I e II, brincou ao revelar que enfim matou a crítica no cansaço e faturou o cobiçado troféu, aos 45 anos. Dias atrás a própria havia levado o “Framboesa de Ouro”, título de pior atuação, no filme Maluca paixão. Tem papéis e papéis né?

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