Eu lavo o meu pau

10/12/2013

Homem não precisa entregar o cu pra ser veado. Eu saí do balcão do pub e fui dar uma mijada, aquelas cervejas estavam explodindo a minha já dilatada e condicionada bexiga. Aí passei por uma fila de mulheres que mais parecia uma ferrovia cheia de vagões padronizados, mas cada traseiro com uma carga diferente. Os mais rechonchudos  me assanhavam a apertá-los e perguntar quantos quilos de bacon estavam transportando. Os fininhos não me causavam reação alguma.

Cheguei ao mictório, coloquei o pau pra fora e despejei meu sedativo ali naquele recipiente de inox com um monte de outros mijos. Eu olhava para cima e orbitava em êxtase enquanto pensava em comprar mais e mais cana. Chacoalhei bem, na verdade eu girei meu cacete como um peão que tenta laçar um boi, respinguei nos outros bêbados que ali se aliviavam e eles nem deram bola, eu devia estar respingado também. Sai para o caminho das pias apertando o cinto e verificando se meu zíper não estava aberto, quando olhei pra frente aquelas safadas da fila já estavam me fuzilando com cara de: “quero seu pênis”.

Enquanto abria uma torneira que não saia água, um menino, é que me recuso a chamá-lo de homem, tentava nas outras. Ele queria muito lavar as mãos. Então eu pensei: “mas que desespero todo é esse?”. Ou o pau dele estava cuspindo gonorreia, caindo de lepra, e ele estava com nojo, ou o caboco era tão macho que tinha receio do próprio pau. Eu desisti de lavar minha mão de pau logo de cara, mas olhei pro cidadão com pena da sua aflição e aquele filho da puta virou pra mim desabafando: “vou ter que lavar a mão no baldinho de gelo”, finalizando com um sorrisinho amarelo. Eu percebi que as vadias daquela maldita Maria Fumaça de banheiro estavam reparando em nossos apuros, e aquilo era degradante demais para mim.  Então pousei minha mão sobre o ombro do marica e destilei toda a minha peculiar estupidez.

“Cara, você tá vendo isso aqui?”, questionei apontando para aquelas mulheres robotizadas. Ainda com meu dedo rígido dirigido à elas, continuei a palestra: “Isso daqui gosta mesmo é de cheiro de pinto, não lava a mão não. Pega a tua palma e dá mais uma passada no saco, elas curtem. Vá por mim, tem rostinho aqui que é mais sujo que o meu pau”. Despedi-me deixando ele constrangido e elas boquiabertas. As garotas ficaram putas, mas eu já estava acostumado a sair de casa para arrumar confusão com mulheres, eu já não tinha nenhum interesse amoroso por ninguém, nem por mim mesmo.

- Mark Holtz


O fajuto luto por Mandela Walker

06/12/2013

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Luto e dor são coisas sérias, mas tem um monte de branquinho babaca “enlutecido” pela morte do líder africano, Nelson Mandela. Tem uns que, sério, marqueteiros que são, o chamam de “Madiba” no intuito de se parecerem um pouco mais íntimos à causa. Eu tenho certeza, a maioria, no anúncio da morte dele ontem, deve ter pensado: “mas ele já não tinha morrido esses dias?”, confundindo-se com o período recente de agravamento de seu estado de saúde. Ou seja, tão fãs que choraram sua morte duas vezes. Palmas aos patetas!

Hoje o choro legítimo é dos negros, dos oprimidos e dos estudiosos do mito Mandela. Eu não sou um branco oportunista. Nelson Mandela, na minha vida é só um querido e simpático Nelson, para outros um Morgan. Já historicamente é um incontestável Deus na Terra! É mau quando uma pessoa morre, é triste, mas é o curso, e quando acontece, o luto não pode ser banalizado.

Porém, sabe o que é pior nisso tudo? É que as mesmas pessoas que estão compartilhando as citações e fotos do mártir, lamentando o fato com um choro de mentira, são aquelas que, diariamente, promovem seu aparthaid social particular. Hoje é sexta-feira, e os reis e mendigas do camarote sabem do que estou falando aqui na Miami brasileira.

Ah, só um toque aos “Mandelamaníacos” de última hora, o negão lutou muito por direitos humanos, então pensem bem antes de compartilharem aquela famosa foto do policial segurando um bastão de baseball com os dizeres: DIREITOS HUMANOS. Aquele cacete pode ter ferido e matado vários inocentes, já parou para pensar quem e o que faz a justiça?

Mandela, me desculpe pelos sacrilégios dos meus irmãos brancos com o seu legado, eles são robôs e não sabem o que fazem, o líder deles é Paul Walker, e morreu na semana passada.


Christian Grey é meu pastor, putaria não faltará!

15/12/2012

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Por: Marcos Marcellus Holtz

Certo dia fui pego de surpresa por uma voraz, turbulenta e acalorada onda de tesão. Bacana só se eu pudesse saciar essa súplica natural por prazer, que exalava da minha carne, correndo ao banheiro ou então devorando a minha gata contra a parede, arrancando sua calcinha, colocando seus peitos para fora da blusa, puxando seus cabelos e trilhando minha língua de baixo à cima de seu pescoço, terminando nos vãos de suas sensíveis orelhas. Mas não, eu estava rodeado de estranhos na conveniência de um posto de gasolina. Desesperado, corri para a desagradável fila do caixa e, passo a passo, a salvação. Em meio a revistas de automóveis, culinária e fofoca, reluziam estrelas douradas entre pernas gostosas, fazendo suspense ao conteúdo que eu só iria deliciar no interior de suas páginas: eram os famosos contos eróticos de caminhoneiro.

Eu, que ainda palitava o saldo do gorduroso croquete de calabresa entre meus dentes e arrotava a laranjinha Água da Serra, a caminho do caixa, não pensei duas vezes: meti a mão na revistinha como quem agarra a bunda de uma potranca, suava tesão puro, gente, juro! Ali mesmo comecei a folhear, sem o mínimo recalque. Naquele momento o mundo havia parado para que meus olhos contemplassem aquelas bucetonas suculentas sendo carcadas por longos e viris mastros, ou então aquelas faces lambuzadas pelo jorro da vida, ilustradas por aqueles balõezinhos que vinham da boca da cachorra: “vai, joga esse leitinho quente em mim”. Tudo lindo e ensurdecedoramente silencioso quando escutei a balconista, uma véia quase cuspindo a dentadura, falar: “próximo”.

Aí voltei de Marte, e confesso que já no primeiro segundo a Terra não mais me agradava. Estávamos frente a frente, a senhora olhando pra mim por cima dos óculos e eu com a comanda de consumo em uma mão e a pornografia em outra, sem o mínimo constrangimento. Mas, o que causou meu desprazer em retornar ao quintal terráqueo estava à minha esquerda. Disparando-me caras e bocas de nojo, provavelmente pelo produto que eu, em êxtase e em público, consumia, estavam três gatinhas. Supostamente de família, as cheirosas, lindas e vadiamente sexys, preparavam-se para primeiro: demonizar-me assim que eu me retirasse do estabelecimento; Segundo: discutir quem ia pagar suas contas somadas de míseros 15 reais, já que ali não havia trouxa algum para quitar os goles de suas cervejinhas importadas; Terceiro: arrasar na balada, dançando músicas que as apontem como vagabundas, invadir um camarote e beber glamour quase de graça. Tudo isso pelo vantajoso preço de uma trepada com alguém que às coloque dentro de um luxuoso caminhonetão, possivelmente financiado, mas isso não importa, quando o assunto é status, o indispensável é o “quo”.

É claro que não dei bola pras cadelinhas do posto, estou acostumado a conviver com esse preconceito bobo, triste ser viciado em sexo hoje em dia, as pessoas lhe tratam como um maníaco e não como um bravo perpetuador da raça humana. Mas, tudo bem, eu só queria mesmo era chegar a casa e dar um trato na nega véia, êta porra! Abri a porta, sala escura, uma luz fraca pela fresta inferior da entrada do nosso quarto, tirei o tênis, e claro, a meia, um pisão em algo molhado ao chão, tateei e era a lingerie dela. “A danada tá em ponto de bala”, pensei. Entrei em nosso ninho de amor e a casa caiu. O barulho do chuveiro denunciava o banho da minha amada, enquanto ele, ah, aquele filho da puta descansava tranquilo, após 72 gozadas cheias de cor, escancarado em minha cama. Contive um acesso brutal de fúria, abaixei a cabeça, resolvi dar as costas e partir, dar corda ao alcoolismo que namora minha crise existencial crônica. Para não atormentar a vizinhança com um escândalo policial deixei Christian Grey lá, peladão, entre as páginas 344 e 345, sobre o meu humilde colchão Castor.

Fui pra onde? Bar do Marzinho! Ancorei no balcão e chorei, mas chorei. Pedi uma Kaiser, peguei meu celular Motorola quebrado e liguei para meus fieis amigos. Estava inconsolável, pois sou o “puto da cara” da turma, em seguida estavam todos ali, a legião dos cornos, também conhecida como Demon League: o Bruno, o Rapha, o Rad, o Reck, o Juneta, o Linguiça e até o Zégui saiu correndo da faculdade para comer um rollmops e amparar o amigo escorneado. Estilo Jack Nicholson em “O Iluminado”, revirava os olhos e cabelos em busca de respostas, eu era o último a saber. Me perguntava como? Tudo estava acontecendo ali, bem debaixo do meu nariz. Eu não tive a genialidade necessária de enxergar o óbvio e escrever esse Best-seller. É essa a minha dor, e agora estou aqui, derrotado, vivendo os dias de um jornalista fodido que sou.

Era só fazer lasanha de microondas e chegar ao trabalho dizendo que hoje fez uma massa espetacular no almoço. Porra, Bruno, era só edificar os dois pilares que sustentariam a figura grotesca que a sociedade esculpiu e ao final, como um Da Vinci paraguaio, batizou de “mulher moderna”. O primeiro é o dinheiro e suas ramificações: luxúria, carros, tecnologia de ponta, aviões, helicópteros e mansões. Já o segundo, sexo. Claro e aí acho que a escritora exagerou, porque o Ricardão Grey não precisava nem ser bonito, cifras compram tudo. Mas, tá, como grande parte da população feminina não goza, ou finge que… Bingo! Anarquiza metendo até a Torre Eiffel na buceta da submissa que orgasma loucamente até pelas frieiras. Ah… A submissão, Raphinha, palavra pela qual tantos sutiãs foram queimados em nome de sua extinção, do expurgo do “ser” mulher como um mero objeto. Fato é que pseudo mulheres envergonham o belo legado feminista.

“Mas vão te chamar de machista, man”, disse o Rad, com sua delicadeza peculiar. Mas é claro que vão! De ignorante, intolerante, radical, mente fechada, dono da verdade e tudo mais. Quer saber, Reck? Foda-se! Sabe qual a diferença do nosso machismo para o machismo do Grey? O machismo dele é rico, e com dinheiro, amigão, vale até punho no cu. Agora experimenta tu brincar de “pula pirata” com a tua gata, pra apimentar a relação, quem sabe alcançar o “ponto G”. Achamos o misterioso ponto “G”, rapazes, “G” de Grey! Uiii, mas, tadinho do personagem, ele foi abusado quando jovem. E eu, que era sufocado pela gigantomastia da “alemoa” suada que cuidava de mim e de meus irmãos antigamente? Tudo bem, não era alemã, era uma “negona”, mas sabe como é o politicamente correto, a gente não pode sair do trilho, falar verdade, a fantasia é muito mais doce. “Sociedade de merda”, gritou o Zégui, socando o balcão com a mão, derramando cerveja em si mesmo.

A conversa foi ficando empolgante, tipo conferência em um “clube de machos” estilo “Batutinhas”. Perguntei aos amigos quais seus grandes sonhos de adolescência. Na hora o Linguiça respondeu: “o meu era ser ator pornô, mas com o tempo, e apesar do meu apelido, meu pinto me mostrou que era melhor seguir outro caminho”. Impressionante, fomos unânimes, compartilhamos do mesmo sonho juvenil, bombar umas gostosas, comer uns rabões e esbanjar o gran finale com belas gozadas faciais. Mas, com o amadurecimento acabamos buscando outros objetivos, ultrapassando fases, construindo a vida de forma menos, digamos, excêntrica. Do outro lado do front as mulheres, que aos 15 anos sonhavam com o grande amor, enquanto nós estávamos fazendo campeonato de quem batia mais punheta em uma tarde. Hoje, o grade paradoxo se abre como buraco negro na galáxia, elas retrocederam, agora é a busca incessante é pelo cara rico (foda-se se é feio e burro), que banque sua vadiagem legalizada pela high society. E o pior, elas falam isso de peito aberto, sem a menor vergonha de admitir subliminarmente: “sou uma puta barata”!

“Bora tomá a saideira no Balik!”, intimou Juneta. Aí partimos para o velho e querido puteiro portuário com fachada de petiscaria, umas amigas caídas e tristes, e nossa fiel companheira Jukebox. Lá eu vi o sofrimento dessas trabalhadoras dignas, as marginalizadas, as “sujas”, as chacotas de putinha de balada. Que merda, o mundo é injusto mesmo, é aproveitador, é interesseiro, é nome na lista e boquetinho no Audi, irado, amigaaaa! Devidamente alcoolizado resolvi discursar na zona. Os brothers iam à loucura enquanto as putas me aplaudiam e eu lascava a tese de que os heterossexuais estavam na contramão dos mandamentos divinos. Sempre que nos reuníamos era assim, uma orgia de alegria, risadas, bebedeira e histórias para contar. Pedi todos em casamento, e como Grey, propus uma cláusula contratual: a que abolia apenas o sexo entre as partes. Boa!

Abraçados, enquanto o sol dava as caras iluminando o chão grudento do inferninho e o movimento no Porto de Itajaí já tumultuava as ruas, rumamos nossas casas, de volta para nossas existências simples. Poder e dinheiro traem homens e mulheres, iludem, fantasiam, nos hipnotizam. A questão não é o Christian Grey que enraba loucamente sua escrava, fazendo-a explodir em gozo múltiplo, mas sim o empobrecimento intelectual, a supervalorização e busca pela materialização de fantasias regadas pelo ter, e não pelo ser. A indústria cultural é um baita de um caralhão que bate em nossos lábios sedentos pela esporrada nada nutritiva. Dopados pelo sêmen da futilidade, achamos isso tudo lindo, ansiosos para se lambuzar. Grey poderia ser uma espécie de Messias do macho, propagando a putaria pelo mundo, mas não é essa doutrina que queremos, muito menos essa Bíblia. Leiam o livro, encharquem suas calcinhas, masturbem-se, conheçam seus corpos, aprendam a gozar, deixem-se dominar, mas esqueçam do pobre detalhe material. Porque a mulher livre, linda e louca, não é a puta, podre e porca.

Toca o telefone e mando um “alô” meio embriagado.
- Onde tu tá? Vem pra casa!
- Se me confundir com um tal de Christian vou comer teu cu, amor.
Tu, tu, tu, tu, tu…


20 de janeiro, nos melhores cinemas!

13/12/2011

Você pensa em ir ao cinema, aí junta um time que reúne Columbia e Paramount Pictures, e Nickelodeon Movies. É, Nickelodeon, porque a obra de arte é uma animação em 3D.

Aí quando tu veste os óculos, senta a bunda na cadeirinha estofada e começa a degustar a primeira pipoquinha, pronto, saltam aos seus olhos nomes como: Steven Spilberg, Peter Jackson e o mestre dos quadrinhos, Hergé. O sonho virou realidade e a espera está quase acabando.

No dia 20 de janeiro do próximo ano estreia nos cinemas o primeiro filme da trilogia “As aventuras de Tintim”. Eu, certamente, estarei dormindo na fila uns três dias antes para garantir esse marco na história com meu herói.

O episódio escolhido para ganhar as telonas não poderia ser melhor, “O segredo do Licorne” envolve, obviamente, como tudo na vida de nosso repórter, aventura, mistério, tesouros e tramas de tirar o fôlego. É também nessa presepada que Tintim conhece o irreverente, beberrão e mal educado Capitão Haddock.

Sem dúvida, para mim, o Oscar das produções 2012, no hall das animações, já tem dono.


No Taito jogando “Ixtrit Faity”!

12/12/2011

Como de costume reabri o puteiro mentindo. Prometendo atualizações mais frequentes e tal, porém, a esbórnia e a fanfarra estão aí justamente para retardar o andamento da humanidade.

Diretamente de Florianópolis, Santa Catarina, lhes apresento o mais novo trabalho “videocliptico” da excelente QUASE DOIS. Um quarteto de tirar o chapéu, com peso na guitarra, ironias finas em suas letras e uma metralhadora vocal na voz de Calone e seus bastardos.

Vale conferir o clipe, os sons do grupo e também os shows desses caras por quem torço muito! Basta valorizar o bom ROCK que alguns ainda insistem em fazer por esses lados do mundo.

E para nos matar de orgulho os rapazis estarão ao vivo, no dia 16 (sexta-feira), às 17 horas, no programa ACESSO MTV, na capital paulista! Bora assistir e mandar perguntas sobre a Goticaganeira, o Osama e o Plataforma Rock Bar!

http://www.quasedois.com


Fechou para balanço… Abriu de novo, agora com PÃO DE BATATA!

02/12/2011

Entre multas e alvarás vencidos o puteiro fechou por um ano e pouco. Até que o cafetão tomou vergonha na cara e resolveu reabrir o boteco. Refiz o estoque e, ao invés de descarregar meus devaneios apenas em minhas redes sociais, pensei: por que não voltar com a ZONA?

Tá acontecendo tanta coisa “hilariamente triste”, assim, os dedos que normalmente estão tocando feridas não podem se esconder em bolsos. Portanto retomei minha vida boêmia virtual e faço aqui a reinauguração do prostíbulo, mas com a patética direção de sempre.

Nesse período de inatividade foram diversos shows nacionais e internacionais que, infelizmente, por preguiça minha, deixaram de ser relatados aqui. Prometo tentar manter a Casa de Meretrício aberta e com a gama de produtos em dia. Ah… Também rolou um mochilão, e nessa, tomei gosto por roteiros e destinos, logo, também vou abrir espaço para esse tipo de material.

Então tá, então! É assim, com um pano de louça nos ombros, palitinho entre os dentes e espanando as mesas, que eu lhes recebo, entre sem limpar os pés.

ABERTO ATÉ O ÚLTIMO GOLE!


Não deu para os moleques da vila…

24/05/2010

Não sou fã da seleção brasileira, muito menos de Dunga. Sofro com meu Paraná Clube e já está bom demais. Mas, bati palmas para o comandante canarinho ao descartar a dupla de malas do Santos. Ambos jogam muita bola, mas precisam aprender o que é a vida. Neymar é um cai cai, e muito vai apanhar na carreira, bobinho demais. Já Ganso se achou o bonzão, não quis sair de campo na final do paulista e a imprensa, hipócrita, chamou o ato de “personalidade”. Queria ver se o time do Pelé tivesse perdido o título, e merecia perder, aí a história era outra.

O imperador emperrou!

Desculpem-me os que acreditavam na convocação do ex-jogador de futebol, Adriano. Pára né? Ele mudou de profissão desde que saiu da Inter de Milão. Aplicou, junto do Flamengo, um grande golpe no clube italiano que tantas chances o deu. O imperador virou o rei do morro no país onde o importante é ter coroa.


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